Consoles Clássicos - ROUND ONE ... FIGHT!!!!!!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E aí pessoal? Sentiram minha falta? Gostaram do meu último post falando um pouco a respeito da carreira do Michael Jackson? O quê? Não leram ainda? Poxa... então não percam mais tempo... cliquem no nome dele aí em cima e acessem.

Caso já tenham acessado, saibam que este e os próximos posts irão tratar de um tema que o velho Michael com certeza iria gostar muito (não... não estou falando de pedofilia... pois além desse assunto não ser piada, não irei ficar perdendo tempo com o “disse-me disse” da imprensa sobre o que raios ele fazia em seu rancho com aquela molecada toda, pois isso não me interessa).

Acredito que todos sabem que ele era um dos Nerds mais ilustres que se têm noticia (se não sabem acessem o link e descubram pô).

Sim ele era... ele e o ator  Nicholas Cage, que de tão Nerd escolheu seu nome artístico baseado no personagem Cage da Marvel Comics (é sério... cliquem no nome dele e vejam sua biográfia no Wikipedia se não acreditam).

Porém o tema em “pauta” não será os quadrinhos (pelo menos por enquanto... rsrs), mas falarei sobre uma coisa tão Nerd quanto: Os vídeo games... ou vocês acharam que eu ia usar esse layout de Pac Man no Blog e nunca faria nenhum post sobre qualquer coisa relacionada a games? (tsc...tsc).

Mas não é sobre qualquer console que irei falar não, e sim dos “mais famosos” no período em que começaram a ser comercializados em “nossa Pátria amada” (sim eu estou sendo irônico aqui... acessem este link e saberão o porque)... falarei neste e nos próximos posts  dos consoles clássicos: 

Pac Man, tudo bem participar de redes sociais, mas cuidado com quem te segue cara :(

Sim os clássicos, porém antes de continuar aqui vai um pequeno “parênteses” para situá-los melhor sobre a diferença entre console e vídeo game... viram como eu sou um cara legal que explica as coisas direitinho? rsrsrs... bem vamos lá...a diferença é que na verdade... não existe nenhuma diferença.

É sério, pois isso tudo é uma questão de nomenclatura (eita falei bonito agora hein?), pois todo vídeo game na verdade é um console ou uma console, que nada mais é que um microcomputador dedicado a jogos (Sério???).

Os "gamers" (pra quem não sabe... os jogadores ou “especialistas”), preferem chamar os vídeo games de consoles e este será o termo mais usado em meus posts.

No Brasil o termo vídeo game foi o mais usado até a chegada das plataformas mais novas e em Portugal (ÓH RAIOS!!!) esses aparelhinhos bacanas ganharam o nome de consola (humm "suspeito" hein?) ou vídeoconsola (realmente muito "suspeito"... rsrs).

Mais uma coisa... tanto faz escrever vídeo game ou videogame, pois a única coisa que muda é a acentuação durante a escrita (SilverHawk2099 também é cultura útil... tá pensando o que?).

Lembro-me que na época de minha infância e adolescência (há muito tempo atrás em uma galáxia muito...muito distante... kkkk), a palavra era escrita “junta” (videogame) em anúncios de revistas ou até mesmo nas caixas dos produtos. Bom mas agora chega de Telecurso 2000 e vamos direto ao que interessa...

Odyssey (o “pai” de todos):  

O primeiro Odyssey... clássico absoluto :)

Bom, eu não poderia falar sobre consoles clássicos sem falar um pouco a respeito do primeiro vídeo game da história...

Os games já estavam sendo criados (ao menos em conceito) desde 1958, porém apenas em 1972 foi disponibilizada a primeira versão “caseira” do aparelho para compra... seu nome: Odyssey.

O Odyssey foi laçado originalmente com 12 jogos diferentes utilizados em placas de circuito impresso que mais pareciam “jumpers” e a empresa responsável pela sua fabricação foi a Magnavox (sim a mesma fabricante de TVs).

Antes disso, seu criador Ralph Baer que a principio trabalhava em uma empresa chamada Sanders Associations juntou-se com dois colegas chamados Bill Harisson e Bill Rusch (nossa “Bill” é tão comum lá quanto “Zé" é aqui no Brasil hein?) e começaram a trabalhar na fabricação de um console completo.

No já longínquo ano de 1967, eles conseguiram completar um jogo de Hóquei bastante “sofisticado” para a época e em 1968 Ralph Baer tentou solicitar patentes desta invenção.

Assim que elas foram concedidas, a Sanders Associates ficou com os direitos exclusivos para fazer os jogos, usá-los e vendê-los e se alguma outro empresa tentasse fabricá-los era obrigada a pedir autorização à própria Sanders (leia-se pagar) .


Após demonstrarem um modelo do aparelho para algumas empresas como RCA, Zenith, General Eletric e Magnavox, assinaram contrato com a última e começaram a produção dos primeiros consoles. 

"Shootin Gallery"... o "avô" do Counter Strike.
Uma curiosidade  no minimo "interessante"... os felizes proprietários do Odyssey também poderiam comprar o “Shooting Gallery” (“Galeria de Tiro”) que incluía quatro joguinhos a mais e um... rifle eletrônico (HÃ???).

Esse "acessório"  sem dúvida era muito "educativo" para os jovens não concordam?

Mas enfim... vindo dos Americanos eu não estranho muito, afinal incentivar o cidadão a andar armado faz parte de sua "cultura" e eles não vêem nada de mau em crianças ou adolescentes portarem armas...até acontecerem coisas assim claro :(

Bem, apesar de já ter jogado Counter Strike algumas vezes eu não sou lá muito fã de jogos de "tiro em primeira pessoa" e sou totalmente contra o acesso das crianças a esse tipo de "diversão" (então com certeza meus filhos não ganhariam esse jogo no natal...rsrs).

O Odyssey comercializou aproximadamente 85.000 consoles e "apenas" 20.000 rifles no ano de 1972. Talvez as pessoas achassem que deveriam adquirir uma Televisão da marca Magnavox para jogar ou de repente os pais se conscientizaram que esse tipo de jogo nada acrescentava às crianças, mas o fato é que o "Shooting Gallery" não teve o sucesso esperado. 

No Brasil o modelo do console lançado aqui pela Philips, era baseado no Odyssey 2 Americano lançado anos mais tarde (isso é no minimo estranho hein?) ou seja, não tinha muito a ver com o primeiro console que Ralph Baer projetou e comercializou lá fora.
  
O Odyssey da Philips que era baseado no Odyssey 2.
Além do Odyssey 1 de 1972, foram fabricados também os modelos Odyssey 100 e 200  de 1975 (Magnavox), os modelos 300, 400 e 500 de 1976 (Magnavox) e os modelos 2000 (Magnavox) e 2001 (Philips) ambos de 1977.

Ainda em 1977,  foram fabricados o Odyssey 3000 e 4000 (ambos pela Magnavox) e em 1978  foram fabricados o já citado Odyssey 2 (Magnavox) e o modelo 2100 (Philips).

No ano de 1983 tivemos a última versão deste console com a fabricação do Odyssey 3 (Magnavox).
  
Lembro-me que na época do Odyssey aqui no Brasil, foi lançado um cartucho chamado “Didi na mina encantada”, que creio eu veio para aproveitar o “sucesso” do filme: “Os trapalhões na serra pelada”.

Outra curiosidade, é que quando a Philips lançou o tal cartucho, o jogo era uma “adaptação” (leia-se cópia) do jogo "Pick Axe Pete" lançado nos Estados Unidos e na Europa (é meus fiéis leitores... naquela época a “pirataria” já existia).

Eu nunca tive e nunca joguei um Odyssey (pelo menos não me lembro de ter jogado... rsrs), mas enquanto fazia pesquisas para o post, me deparei com um "depoimento" interessante de um fã que preferia mais este console do que o Atari (Cliquem  aqui e comprovem). Ah... e por falar no Atari...
  
Atari 2600 (quem é que nunca jogou?):  

Atari 2600: o sonho de consumo de 11 entre 10 gamers da minha geração :)
 
No ano de 1962 um estudante da Universidade de Utah chamado Nolan Bushell, de tão "viciado" no jogo “Spacewar” criado por  Steve Russell, chegou ao cumulo de dois anos antes de se formar (em 1970), modificar totalmente o quarto da própria filha em um local onde pudesse criar sua própria versão arcade do jogo (sim arcade... vocês sabem... aquilo que chamamos "carinhosamente" de Fliperama).

Inicialmente ele queria usar um computador, pois os preços haviam baixado muito na tentativa de torná-los mais acessíveis à população, porém a idéia não deu muito certo, pois mesmo com os computadores um pouco mais baratos, o custo de seu arcade ainda seria um tanto quanto inviável (e pensar que hoje em dia temos tantos jogos exclusivamente só para computadores... é... esse é o progresso...rsrs).

Para substituir o computador ele construiu um dispositivo onde pudesse jogar "Spacewar" com gráficos menos elaborados (leia-se mais "toscos"... pois mesmo os gráficos originais desse jogo já eram bem "toscos", mas na época eram “fantásticos”).

Depois disso, rebatizou o jogo como “Computer Space”  começando a comercializá-lo em 1971, só que infelizmente o jogo foi um fracasso comercial vendendo apenas algo entre 500 a 1500 “máquinas” (clica no nome do jogo aí em cima e veja o "motivo" do fracasso).

Após deixar a empresa em que trabalhava (Nutting Associates), Nolan Bushell formou uma sociedade com o amigo Ted Dabney abrindo a empresa chamada Syzygy (não está escrito errado e não me perguntem como se pronuncia isso).

Atari: uma das marcas mais conhecidas da década de 80.
Porém já existia uma companhia com esse nome “criativo” e após uma rápida mudança de nome, batizaram sua nova empresa como Atari (Conhece? Não? De que planeta você veio hein cara???). 

Seu primeiro jogo foi um tal de “Pong” que nada mais era que uma partida de tênis eletrônico (com uma perfeição nos gráficos que era uma beleza... dá uma olhada).

Nesse jogo os "gamers" da época batiam em uma bola quadrada de um lado para o outro (o Quico deveria adorar esse jogo... rsrs) .

Em 1976, após aprimoramentos no primeiro jogo da Atari, Nolan e sua “gangue” resolveram investir em um console chamado Atari 2600 (isso que eu chamo de um verdadeiro investimento) . 

Graças a um refinamento na parte gráfica de seus jogos pela Activision e um acordo com a Paramount Pictures para lançar jogos baseados em dois de seus sucessos de bilheteria E.T.o extraterrestre e caçadores da arca perdida (alguém aí falou Indiana Jones?), o Atari 2600 começou a se consolidar no mercado.

O Atari 2600 foi um sucesso durante cinco anos consecutivos, atingindo a marca de 5 bilhões de dólares nas vendas de consoles e produtos relacionados (nada mau pra uma empresa que há alguns anos antes não tinha dinheiro nem pra investir na fabricação de cartuchos hein?).

No Brasil o Atari 2600 foi fabricado pela Polyvox entre 1981 e 1982, conseguindo atrair a atenção não somente das crianças, como também dos adultos (hoje em dia isso não parece motivo de espanto, mas estamos falando de uma época que os games eram única e exclusivamente “coisa de criança”).

Enduro: Simplemente o "melhor" jogo do Atari :)
Jogos como River Raid, Pitfall, Pac Man (mais conhecido como "come-come" na época...rsrs) e claro o Enduro (que é um dos meus preferidos até hoje... ou vocês acham que eu não ia ter um emulador de jogos de Atari no meu PC?), bateram de frente com jogos criados por concorrentes como o já citado Odyssey da Philips (que apesar da importância histórica com certeza era bem inferior ao Atari) e Intellivison da Sharp (é... até a Sharp entrou nesse "mercado").

Cabe aqui citar uma curiosidade a respeito dos jogadores brasileiros: Existia a possibilidade de se associar a um clube chamado “Atari Club”, onde além de informações sobre campeonatos (sim naquela época já existiam alguns), recebiam também dicas a respeito de jogos novos e antigos (querem ver o modelo da “carteirinha”? Cliquem nesse link então).

Foram lançados aproximadamente uns 500 títulos de jogos para o Atari 2600, tornando esse console um dos recordistas em número de jogos. Sem falar em dezenas de acessórios e modelos de controles fabricados visando o lucro... ops... quer dizer... visando "aumentar" a diversão da molecada e dos adultos :)

Depois desse sucesso do 2600 a Atari investiu em novas versões como o Atari 5200 e o Atari 7800 (fabricadas em 1982 e 1986 respectivamente), mas sem alcançar o mesmo sucesso de seu antecessor.

Eu particularmente não me lembro de ter jogado os outros modelos, pois apesar de ter demorado a possuir um vídeo game, vários primos meus tinham o Atari e sempre jogávamos o console na versão 2600.

Ah e já que tocamos no assunto, meu primeiro console foi uma "versão" do Atari chamada...  
 
Dactar (a "versão tupiniquim” do Atari): 

Esse é o Dactar... mais conhecido na Net como "Atari - Dactar" :)
  
Durante o “BOOM” da comercialização do Atari no Brasil, as empresas nacionais finalmente prestaram mais atenção nesse mercado e resolveram inundá-lo com uma verdadeira “avalanche” de consoles, porém a maioria era uma porcaria sem tamanho. 

Mas, felizmente (e pra minha sorte) um deles se destacou entre os demais... seu nome: Dactar.

Talvez muita gente não se lembre dele, mas com certeza O Dactar estava “paú a paú” com o Atari 2600 em termos de qualidade (assim como a Madonna e a Cindy Lauper dada é claro, suas devidas proporções... hehehe).

Realmente ele não era melhor que o Atari, mas também não era um simples clone (como aquele do Homem-Aranha), por isso a briga era boa e esse console acabava saindo mais em conta (já que era nacional).

Eu mesmo tenho um até hoje e apesar da fonte de alimentação ter queimado, o console está muito bem conservado (com excessão da caixa que tá meio "detonada") e acredito que concertando essa fonte ele funcione perfeitamente (um dia crio vergonha na cara e tento encontrar um lugar que possa concertá-la...hehehe).

Bom, voltando ao post... o Dactar era fabricado pela Miamar, já "experiente" no mercado com o lançamento de seu "antecessor" chamado “Dactari” (nossa quanta criatividade né?) e nessa época a empresa era chamada de Sayfi Eletrônica (mas hein???).

O Dactar foi lançado em 1984 (acho que ganhei o meu em 1989 se não me falha a memória... é foi meio tarde eu sei, mas garanto que aproveite ele o máximo que pude pois até 1992/1993 ele ainda estava "funfando"... hehehe).

Até que dá pra entender um pouco o porque da Miamar fabricar um consoles tão parecido com o Atari, pois pra que mexer em time que tá ganhando né? Afinal por que não se "aproveitar" do sucesso de um console já consagrado para vender o seu? 


O Dactar e o Atari eram "idênticos"... somente o controle e alguns detalhes externos os diferenciavam

Hoje em dia isso com certeza ia dar “rolo”, mas mesmo assim o Dactar até que vendeu bem, pois além do preço atrativo, tinha compatibilidade total com os cartuchos do Atari e seus acessórios como controles (ou Joysticks se preferirem), e o adaptador RF por exemplo (lembram dele? aquele "trequinho" que a gente encaixava atrás da TV e ligava seus fios no Video Game e na antena...rsrs). 

Falando em acessórios, vale comentar aqui duas coisas interessante sobre o Dactar, quando compravamos o console, vinha junto um cartucho com quatro jogos (o que na época era bastante atrativo) e possuía um controle com dois botões que já vinham de fábrica (o conhecido "bananão") e se bem me lembro, os primeiros modelos do Atari não vinham de fábrica com controles de dois botões.

No cartucho de quatro jogos tinhamos em sua "capa" uma espécie de “chaveadores” que selecionavam qual o jogo você iria iniciar quando ligasse o console.

Os jogos que acompanhavam o Dactar eram Tênis, Boxe, Esqui e Freeway (a famosa galinha atravessando a rua...rsrs), podendo ser jogados tanto no Dactar quanto no Atari. 

O "lendário" cartucho de fabrica do Dactar :)
Eu tenho o tal cartucho  até hoje (na verdade só o “chip”, porque a capa se abriu mas normal... na época era prática comum encaixar apenas o “chip” do cartucho e jogar...rsrs).

Que eu me lembre, todos os cartuchos do Dactar eram de quatro jogos (variando apenas seus temas).

Também me lembro bem da "sensação" de ficar se "vangloriando" para os primos ou amiguinhos, como era legal ter um console tão bom quanto o Atari e que vinha com quatro jogos "de brinde"...crianças não tentem fazer isso em casa... é feio e causa hematomas :)

Foram comercializadas duas versões do primeiro modelo do Dactar... a primeira delas tinha uma “chave seletora” de cor/preto e branco embutida no logotipo da Miamar (sim as Televisões eram fabricadas em preto e branco daí o motivo dessa “chave”...vocês nunca tiveram uma TV preto e branco? Cara to mais velho do que eu pensava...kkkk).

Bom a segunda versão sem a tal “chave” foi lançada posteriormente em uma época que não seria mais necessária, pois as Televisões coloridas estavam tomando cada vez mais o espaço das preto e branco. 

O meu console não têm essa “chave”, pois foi um dos últimos modelos fabricados (é os modelos que têm devem valer um "din din" no mercado livre ou no ebay hein?).

Falando em raridades... existiu um modelo do console chamado de “Dactar 007” (alguém aí lembrou do espião ?). Bom se lembraram estão corretíssimos, pois o console vinha dentro de uma maleta no melhor estilão “James Bond” possuindo até um "logotipo 007" de identificação :) 

MY NAME IS "TAR"... "DACTAR"... KKKKKK :)
Eu vi esse console a venda na Net e o preço estava bem “salgado” , mas também pudera, pois esse modelo é cobiçado por colecionadores do mundo inteiro por conta de apenas um detalhe... só foi fabricado no Brasil.

No ano de seu lançamento (também 1984) vários consoles estavam sendo lançados em  "cases" de madeira ou couro, porém o "Dactar Maleta" (como ficou conhecido)  se tornou diferente porque foi montado diretamente na maleta (com circuito e tudo), sendo um dos primeiros "embutidos”.

Quando ele era utilizado, dava pra retirar a tampa e então podiamos jogá-lo sem nenhum problema e nessa mesma tampa também dava para acomodar quatro cartuchos que eram transportados com muito mais comodidade.

Esses consoles foram disponibilizados nas cores cinza claro (sem o logotipo “007”) e nas cores cinza escuro (com o logotipo). Ambas as versões possuem o nome “Dactar Vídeo Game” em destaque. 

Dactar II vídeo game... melhor "acabamento" :)
Também foi lançada uma versão do “Dactar 007” cinza escuro com o nome “Dactar II Vídeo Game" (eu particularmente gostei mais desse modelo... dêem uma olhada na foto ao lado e digam o que acharam).

Já pensou como a molecada da época se sentiu quando viu esses consoles pela primeira vez?

Tá certo que hoje em dia esse tipo de acessório é muito mais comum e compacto, graças à portabilidade dos vídeo games de última geração, mas cara... já imaginou ganhar um desses no Natal ou no dia das crianças?  Eu garanto que ia ficaria muito feliz e me divertiria pra caramba... se eu tivesse um será que estaria funcionando até hoje? Não sei dizer mas... porque não?

Bom, chega de "babar" pelo Dactar Maleta, ainda mais porque eu tenho um PS3... desculpaí mas lembrem - se do que eu falei antes sobre se "vangloriar"... é que velhos hábitos nunca se perdem... kkkk.

Mas falando sério agora, espero que tenham gostado do post e podem esperar que terá continuação o mais rápido que eu conseguir  :)

Se alguém ficou curioso pra saber mais a respeito da "história" dos vídeo games, acessem este link e poderão ter uma verdadeira aula sobre consoles e jogos eletrônicos em geral.

E por falar em aula, encerro o post com um video onde um professor usou o jogo do "Didi" e o próprio Odyssey para defender sua tese de doutorado (caramba!!!). Ah e também  postei  um vídeo com o primeiro comercial do Atari veículado no Brasil :)







Obrigado a todos pela paciência em ler esses meus posts "longos e chatos" e até o próximo "Round" dessa  nova "série"... rsrs... abs... fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! :)



Os quatro melhores artistas Pop dos anos 80 – 4ª Parte:

domingo, 16 de janeiro de 2011

Falaí galerinha gente boa... como estão todos? Acharam que eu tinha sumido? Que eu tinha sido abduzido por E.Ts? Que nada... a verdade mesmo é que tô na maior correria, mas podem ter certeza que não abandonei o Blog “às moscas”... rsrs.

Primeiramente peço desculpas pela demora, mas já tô me programando pra conciliar todas as minhas atividades, onde terei mais tempo para publicar postagens com uma maior regularidade aqui no Blog.

Mas vocês devem estar se perguntando o que eu faço assim de tão importante e corrido que ocupa demais meu tempo certo? Bom o fato é que... eu também tenho vida sabiam?  :)

Trabalho para pagar as contas, estudo para me aprimorar profissionalmente, sou um colaborador oficial do site osabetudo.com, para o qual escrevo alguns artigos (e convido a todos para prestigiá-los... olha o jabá... kkkk), além é claro de ter uma vida social (sim eu tenho uma... kkkk).

O Blog é uma ocupação que está me dando muito prazer realizar e não pretendo parar tão cedo... afinal como disse neste post aqui, desejo apenas compartilhar com todos meu lado Nerd, falando a respeito de coisas que gosto muito (e porque não tentar arrumar uma meia dúzia de leitores fieis no processo né?).

Assim como a união desses 4 "ícones" dos Games dos anos 80/90, meu Blog segue firme e forte :)

Mas chega de papo-furado, pois hoje chegamos finalmente ao último post da “série: Os quatro melhores artistas Pop dos anos 80”.  

No artigo anterior, fiz um resumo da carreira da Madonna a “Rainha da música Pop” dos anos 80 (e diga-se de passagem, ela ainda reina até hoje... não tão intensamente quanto naquela época, mas ainda reina). E com certeza, alguns se surpreenderam por eu tê-la eleito o segundo lugar do meu “Top quatro”.

Bem eu também me surpreenderia, porém vocês vão me dar razão quando souberem quem foi eleito campeão, pois como diz a história, se existe uma grande “Rainha” têm que existir também um grande “Rei” e apesar de não estar mais entre nós, esse cara com certeza será eternamente lembrado como o “Rei da música Pop”, não só dos anos 80, mas de todas as gerações futuras (não é exagero não... sério):

1º Michael Jackson (“Vida longa ao Rei”): 
   
"The King" e seus "súditos".

Seu nome completo é (ou era): Michael Joseph Jackson (ora vejam só... o cara foi tão bom que nem precisou de nome artístico). Ele nasceu em Gary, Indiana, Estados Unidos, no dia 29 de agosto de 1958 (nossa... Michael nasceu poucos dias após a Madonna... interessante!!!) e faleceu no dia 25 de Junho de 2009 (calma que já chego nessa parte).

Michael era o que podíamos chamar de um verdadeiro “menino prodígio”, pois começou a cantar e dançar já aos 5 anos de idade, atuando como profissional já aos 11 anos, sendo o vocalista dos Jackson Five (ou Jackson 5, se preferirem... rsrs).

Os Jackson Five formaram-se em 1966 e além de Michael, o grupo ainda contava com seus irmãos Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e Randy e a principio se chamavam Jackson Brothers (por que será né? Kkkkkk).

O grupo era excelente, porém Michael conseguiu se destacar ainda mais do que os demais e com isso resolveu investir em uma carreira solo em 1971. Mesmo assim ainda continuou cantando com seus irmãos até mais ou menos 1979 quando lançou seu quinto álbum solo... Off the Wall.

Nessa época ganhou a alcunha de “King of Pop” (“Rei do Pop” para quem não entende “ingreis”...rsrs).

Michael foi o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson e além dos quatro irmãos citados acima, também tinha três Irmãs: LaToya, Rebbie  e Janet que também seguiram carreiras musicais (falando nisso têm uma música da Janet Jackson que acho linda... sim eu também sou romântico... algum problema? kkkk...dá só uma olhada no clip e diz que também não gostou).   

O jovem Michael e seu "Mega Hair"...rsrs.
Seu pai Joseph trabalhava em uma usina siderúrgica e era um homem um tanto quanto... como direi... “rústico” no tratamento com seus filhos, pois de acordo com suas pequenas e “singelas” regrinhas seus filhos deveriam ficar trancados em casa enquanto ele trabalhava até tarde da noite (sujeito bacana esse né? Ah claro... ele fazia tudo isso pelo bem estar de suas crianças...sei...hunf).

 Katherine resolveu que seus filhos deveriam ser “mais religiosos” e resolveu que todos eles deveriam ser “testemunhas de Jeová” (não conhece essa religião? Dá uma olhada no Titio Wiki e se intera mais a respeito seu descrente...kkk...).

Claro que Joseph foi totalmente contra, mas não teve jeito, pois segundo a senhora Jackson seus meninos e meninas deveriam praticar a “evangelização de porta em porta”, pois era necessário pregar a palavra do Senhor ao maior número de pessoas possíveis.

Sabe, sempre achei essa historia das pessoas serem problemáticas e colocarem as culpas nos pais por causa disso, uma certa válvula de escape para não aceitar suas limitações. Mas na boa, com certeza a família Jackson economizaria algumas sessões de terapia se seus pais não tivessem “imposto” suas vontades a seus filhos desse jeito.

Tudo bem que o senhor Jackson se matava para sustentar a família, mas prender as crianças dentro de casa é um absurdo. E quanto a senhora Jackson? O que vou falar agora não têm nada a ver com a religião dela, pois poderia ser qualquer uma e mesmo assim minha opinião seria a mesma (e que fique bem claro aqui que respeito todas as religiões).

Mas será que alguma vez na vida ela perguntou a seus filhos se eles queriam seguir sua religião? E se não quisessem? Eles não tinham o direito de opinar a respeito de qual religião seguir? Bom... deixa pra lá... estou apenas divagando um pouco aqui :(

Voltando ao post: Os “jovens Jacksons” mesmo tendo de encarar essa quantidade absurda de “amor” paterno e materno, de vez em quando davam umas escapadinhas para a casa de vizinhos, onde cantavam e faziam suas musicas livremente (sem falar que os mais velhos sempre que podiam mexiam na guitarra de seu velho pai às escondidas tentando aprender a tocar alguma coisa).  
Jackson Five (cara que cabelos são esses?)

Mas um dia Joseph se tocou que sua prole tinha realmente talento e esperto que só ele, tentou ganhar um dinheirinho em cima disso (por que isso não me surpreende?).

 Após mudarem-se para a Califórnia conseguiram fazer contatos com a gravadora Motown (uma gravadora especializada em “agenciar” artistas negros da época, (quer saber mais sobre ela? Acessa aqui).

Após assinarem contrato com a Motown, Michael e seus irmãos gravaram vários álbuns, fazendo do Jackson Five um sucesso mundial...com direito até a um desenho animado (e detalhe... Michael tinha apenas 13 anos de idade nessa época).

Esse desenho foi veiculado na TV ABC nos Estados Unidos e no Brasil, chegou a passar na antiga TV Tupi, (que não era do meu tempo é claro...rsrs) e na  Rede Manchete (essa era do meu tempo e eu assistia...rsrs).

Algumas curiosidades:

- Como todo artista que se preza os Jackson Five sofreram em 1973 uma pequena queda de popularidade. Mesmo contando em seu repertório com sucessos como “ABC”, “I’ll Be There” e “I Want You Back”.

 - Talvez para chamar um pouco mais a atenção do público durante seus shows, o jovem Michael dançava meio que simulando um “Robô”. Ou seja, ele já “ensaiava” alguns passos que poderiam ser considerados os “precursores” do MOONWALKER (conhece?) e nem preciso dizer que seus fãs iam à loucura.

 - Seus álbuns sempre foram sinônimos de sucesso, porém o que é considerado o mais popular e o mais vendido de toda a história fonográfica é Thriller de 1982, já pela gravadora Epic. Mas também não é pra menos, pois o clip é um dos melhores do mundo e faz “história” até hoje (dúvida? acessa esse link e esse outro e tira suas próprias conclusões). 

Michael Jackson, Vincente Price e seus "amigos Zumbis" :(
 - Thriller foi produzido pelo empresário Quincy Jones e teve a participação do ator de filmes de Terror "B", Vincente Price, recitando algumas frases no decorrer da música e dando aquela gargalhada tétrica no final (cara essa foi uma das melhores idéias do Michel e do senhor Jones...isso é Nerd até o talo e todos sabemos que o Michael era um ilustre Nerd...rsrs). 

 - Nos anos 80 Michael Jackson já era uma personalidade dominante na música popular e foi o primeiro cantor afro-americano a ter exibição constante na MTV.

- Foi também um dos “líderes” da reunião de grandes artistas da década de 80, na gravação do “LP” We are the World, visando a arrecadação de fundos para o combate a fome na África (lembram que  falei que a Cindy Lauper foi uma das cantoras convidadas?). Inclusive, o próprio Michael compôs a faixa título em parceria com Lionel Ritchie.

- Em 2010 o projeto We are the World teve uma espécie de “releitura”, onde Lionel e Quicy reuniram vários artistas da “nova geração”, no intuito de arrecadarem fundos em prol das vitimas do terremoto do Haiti. Esse novo projeto apesar de ser uma iniciativa válida, infelizmente não teve a mesma repercussão do original, mesmo com a participação de alguns artistas já consagrados como Barbra Streisand.

- Michael Jackson “participou” também desse projeto em uma “montagem” de seus vocais feitos na canção original. O que não deixa de ser também um tributo interessante ao “Rei do Pop”, pois já tinha se passado quase um ano de seu falecimento.

- Comparem os clips dos dois projetos acessando aqui e aqui. Confesso que essa iniciativa me fez respeitar muito mais alguns “artistas” dessa nova geração... mas mesmo ganhando alguns pontos comigo, não é por isso que vou começar a comprar  CDs do Justin Bieber e dizer que ele foi o “artista do ano” (no máximo “linkei” sua biografia no meu artigo como sinal de reconhecimento pela sua participação no projeto e é só isso que ele pode esperar de mim...kkkk).
  
Edição de trigésimo aniversário do filme... bacana não?
 - Voltando a comentar mais a respeito do projeto original, vale a pena citar também, que uma das cantoras participantes desse álbum, no inicio da carreira solo de Michael, era vista como sua “madrinha artística”. Seu nome? Diana Ross. Dizem que Michael era apaixonado por ela e vice-versa... vai saber...(hummm então a senhorita Ross era chegada em homens mais jovens...danadinha ela hein?).

- Os dois participaram de uma “adaptação” do filme o Mágico de Oz chamado de “The Whiz” (ou o mago se preferirem) e assim como o filme original esse também era um musical produzido pela Motown Productions e pela Universal Pictures em 1978. No filme Michael era o “espantalho” e Diana era uma espécie de “Dorothy).

- Aceitando um convite do próprio Steven Spielbeg, Michael narrou a história do filme E.T. O Extraterreste  em um disco em 1982, que incluía também a canção inédita : Someone in the Dark.

- Michael gravou algumas canções com o ex- Beatle Paul MacCartney e seguindo uma idéia que o próprio Paul deu a ele sem querer, resolveu comprar os direitos autorais de músicas de outros artistas (incluindo dos próprios Beatles....e nem precisa dizer que o velho Paul ficou muito puto com isso né? Mas quem mandou ele vacilar?)

- Em 1984 Michael Jackson sofreu um grave acidente durante as gravações de um comercial da Pepsi, devido a problemas na utilização de fogos de artifícios usados nesse comercial
  
 - Ele teve queimaduras de segundo grau e seu coro cabeludo ficou bastante prejudicado (outra lenda urbana diz que a partir desse episódio ele começou a ficar “obcecado por plásticas, o que acabou desfigurando totalmente o cantor nos últimos anos e sendo uma das possíveis causas de um  câncer de pele).

- No ano de 1988, lançou a autobiografia MOONWALKER, junto de um filme de mesmo nome. Esse filme chegou a virar um vídeo game, disponibilizado em fliperamas (que eu adorava jogar... rsrs) e nos consoles Mega Drive e Master Sytem.
  
Confesso que a foto é "suspeita", mas ele não teve infância coitado :)
 - Michael, sempre teve um lado meio “ligado” à infância, pois devido a sua criação rígida e também por ter trabalhado ainda muito jovem não aproveitou quase nada dessa fase. 

- Daí veio seu comportamento meio no estilo “Peter Pan” (você sabe. o garoto que se “recusava a crescer”) onde teve até um rancho chamado de “Terra do Nunca” (“Neverland”). 

Aproveitando que toquei nesse ponto, vou fazer aqui algumas considerações finais: 

Michael Jackson era humano como todos nós, porém seu sucesso de alguma maneira foi tão “surreal” que ele parecia estar em outro nível... outro patamar... sei lá.

Infelizmente ele só voltou a ter o reconhecimento que merecia após sua morte, pois durante muitos anos foi acusado de pedofilia, graças a sua preferência por passar muito tempo com crianças, teve questionada sua sexualidade (mesmo sendo casando com a filha de Elvis Presley... Lisa Marie Presley por um período e sendo pai de três filhos através de uma misteriosa inseminação artificial com uma “mulher desconhecida”).

Teve questionamentos a respeito de supostas plásticas para se tornar “branco” e que por “coincidência” (ou não) o deixaram mais parecido com seu “suposto amor” Diana Ross (e que depois de um tempo foram usadas para mascarar uma doença que ele tinha chamada Vitiligo).

 Além de existirem inúmeras “lendas urbanas” que falam que ele sofreu abusos por parte do seu próprio pai. Ah... e surgiu até mesmo uma história dizendo que seu “fantasma” apareceu em Neverland (cada coisa que somos obrigados a escutar...hunf!!).

Sinceramente? São tantas historias que eu teria que fazer mais uns cinco posts para comentá-las.  E sendo sincero mais uma vez... não acho que Michael Jackson fosse um “santo”, pois todos cometemos erros, só que o mais estranho é que muitas das acusações nunca foram realmente provadas.

Está certo que após algumas divergências com a Sony e outros fatores (inclusive indenizações com escândalos) ele ficou falido, porém no auge de sua riqueza se pelo menos metade dessas “lendas urbanas” fossem verdade ele com certeza daria um jeito de abafá-las (ou não... sei lá). 
  
As "várias faces" de Michael!!!  :(

Até mesmo sua morte aconteceu em circunstâncias misteriosas para dizer o mínimo. Isso ainda está sendo investigado e provavelmente seu ex-médico é quem vai “pagar o pato”. Mas independente de o médico ser inocente ou culpado acredito que a morte de Michael talvez seja mais um mistério sem solução no mundo da música.

Uma pena, pois ele estava preparando um show chamado de This is It, que com toda certeza iria alavancar sua carreira novamente relançando-o ao merecido estrelato. Apesar de que de maneira irônica, dada as circunstâncias de sua morte isso acabou acontecendo de qualquer jeito.

Sou muito fã de Michael e quando ele morreu eu senti que aquilo tudo era um pesadelo... demorou pra cair a minha “fixa”,mas infelizmente foi tudo verdade e isso me não deixa  triste até hoje.

Mas uma coisa digo a vocês meus fiéis leitores... não é porque uma pessoa morre (por mais que gostemos dela) que seus erros ou até mesmo suas atitudes ruins irão se apagar “em um passe de mágica”.

Não sei se ele foi culpado de qualquer uma das acusações que sofreu, mas isso também nem me interessa. Prefiro simplesmente lembrar dele como o ganhador de vários Grammys, como o cantor, o compositor, o multi-instrumentista, o produtor, o filantropo (e porque não dizer o Nerd?), mais querido do mundo. 

É assim que sempre vou me lembrar de você Michael  :)
Prefiro isso a ficar esquentando a cabeça com "possíveis podres” que ele pudesse ter, pois independente de qualquer coisa sou e sempre serei fã de seu trabalho e como ele levava sua vida pessoal nunca me interessou antes (quem dirá agora depois de sua morte).

Também lamento muito que seus "escândalos" sejam mais fáceis de encontrar nos buscadores da Web, do que outras informações a seu respeito (até mesmo para encontrar e selecionar fotos “sérias”, sem “tiração de sarro” sobre sua aparência para ilustrar meu post foi difícil).

Bom meus fiéis leitores, infelizmente tive que deixar de fora do post muita coisa interessante sobre ele, mas aconselho a quem desejar, acessar sua biografia no Wikipédia ou então acessar esse link para... digamos  assim...  “obter informações complementares” (ah e se gostaram da imagem do Michael “Zumbi” que inseri no post, acessem este site e confiram outras imagens muito “divertidas” baseadas nos “mortos-vivos” do cinema).

E não vamos encerrar este post com tristeza... pois estou disponibilizando, não apenas um... mas quatro clips que em minha opinião são os melhores da carreira do bom e velho Michael Jackson. Dois deles devido a restrições do Youtube, (leia-se frescura), só deu pra postar os links aqui  e aqui , mas os demais podem ser acessados abaixo... divirtam-se :)





Me despeço aqui agradecendo a paciência por lerem esse post e esperarem o término dessa minha “série (que mais pareceu um longa-metragem... rsrs), onde apenas quis homenagear grandes nomes da música Pop que fizeram parte da minha infância e adolescência (e pensar que quando comecei o post do Prince pensava em citar os quatro em um único post... como eu era ingênuo... kkk).

Bem,aguardem por novidade aqui no Blog para breve... abs para os manos e bjos para as minas... fuiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!! :)


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