Consoles Clássicos - ROUND ONE ... FIGHT!!!!!!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E aí pessoal? Sentiram minha falta? Gostaram do meu último post falando um pouco a respeito da carreira do Michael Jackson? O quê? Não leram ainda? Poxa... então não percam mais tempo... cliquem no nome dele aí em cima e acessem.

Caso já tenham acessado, saibam que este e os próximos posts irão tratar de um tema que o velho Michael com certeza iria gostar muito (não... não estou falando de pedofilia... pois além desse assunto não ser piada, não irei ficar perdendo tempo com o “disse-me disse” da imprensa sobre o que raios ele fazia em seu rancho com aquela molecada toda, pois isso não me interessa).

Acredito que todos sabem que ele era um dos Nerds mais ilustres que se têm noticia (se não sabem acessem o link e descubram pô).

Sim ele era... ele e o ator  Nicholas Cage, que de tão Nerd escolheu seu nome artístico baseado no personagem Cage da Marvel Comics (é sério... cliquem no nome dele e vejam sua biográfia no Wikipedia se não acreditam).

Porém o tema em “pauta” não será os quadrinhos (pelo menos por enquanto... rsrs), mas falarei sobre uma coisa tão Nerd quanto: Os vídeo games... ou vocês acharam que eu ia usar esse layout de Pac Man no Blog e nunca faria nenhum post sobre qualquer coisa relacionada a games? (tsc...tsc).

Mas não é sobre qualquer console que irei falar não, e sim dos “mais famosos” no período em que começaram a ser comercializados em “nossa Pátria amada (sim eu estou sendo irônico aqui... acessem este link e saberão o porque)... falarei neste e nos próximos posts  dos consoles clássicos: 

Pac Man, tudo bem participar de redes sociais, mas cuidado com quem te segue cara :(

Sim os clássicos, porém antes de continuar aqui vai um pequeno “parênteses” para situá-los melhor sobre a diferença entre console e vídeo game... viram como eu sou um cara legal que explica as coisas direitinho? rsrsrs... bem vamos lá...a diferença é que na verdade... não existe nenhuma diferença.

É sério, pois isso tudo é uma questão de nomenclatura (eita falei bonito agora hein?), pois todo vídeo game na verdade é um console ou uma console, que nada mais é que um microcomputador dedicado a jogos (Sério???).

Os "gamers" (pra quem não sabe... os jogadores ou “especialistas”), preferem chamar os vídeo games de consoles e este será o termo mais usado em meus posts.

No Brasil o termo vídeo game foi o mais usado até a chegada das plataformas mais novas e em Portugal (ÓH RAIOS!!!) esses aparelhinhos bacanas ganharam o nome de consola (humm "suspeito" hein?) ou vídeoconsola (realmente muito "suspeito"... rsrs).

Mais uma coisa... tanto faz escrever vídeo game ou videogame, pois a única coisa que muda é a acentuação durante a escrita (SilverHawk2099 também é cultura útil... tá pensando o que?).

Lembro-me que na época de minha infância e adolescência (há muito tempo atrás em uma galáxia muito...muito distante... kkkk), a palavra era escrita “junta” (videogame) em anúncios de revistas ou até mesmo nas caixas dos produtos. Bom mas agora chega de Telecurso 2000 e vamos direto ao que interessa...

Odyssey (o “pai” de todos):  

O primeiro Odyssey... clássico absoluto :)

Bom, eu não poderia falar sobre consoles clássicos sem falar um pouco a respeito do primeiro vídeo game da história...

Os games já estavam sendo criados (ao menos em conceito) desde 1958, porém apenas em 1972 foi disponibilizada a primeira versão “caseira” do aparelho para compra... seu nome: Odyssey.

O Odyssey foi laçado originalmente com 12 jogos diferentes utilizados em placas de circuito impresso que mais pareciam “jumpers” e a empresa responsável pela sua fabricação foi a Magnavox (sim a mesma fabricante de TVs).

Antes disso, seu criador Ralph Baer que a principio trabalhava em uma empresa chamada Sanders Associations juntou-se com dois colegas chamados Bill Harisson e Bill Rusch (nossa “Bill” é tão comum lá quanto “Zé" é aqui no Brasil hein?) e começaram a trabalhar na fabricação de um console completo.

No já longínquo ano de 1967, eles conseguiram completar um jogo de Hóquei bastante “sofisticado” para a época e em 1968 Ralph Baer tentou solicitar patentes desta invenção.

Assim que elas foram concedidas, a Sanders Associates ficou com os direitos exclusivos para fazer os jogos, usá-los e vendê-los e se alguma outro empresa tentasse fabricá-los era obrigada a pedir autorização à própria Sanders (leia-se pagar) .


Após demonstrarem um modelo do aparelho para algumas empresas como RCA, Zenith, General Eletric e Magnavox, assinaram contrato com a última e começaram a produção dos primeiros consoles. 

"Shootin Gallery"... o "avô" do Counter Strike.
Uma curiosidade  no minimo "interessante"... os felizes proprietários do Odyssey também poderiam comprar o Shooting Gallery (“Galeria de Tiro”) que incluía quatro joguinhos a mais e um... rifle eletrônico (HÃ???).

Esse "acessório"  sem dúvida era muito "educativo" para os jovens não concordam?

Mas enfim... vindo dos Americanos eu não estranho muito, afinal incentivar o cidadão a andar armado faz parte de sua "cultura" e eles não vêem nada de mau em crianças ou adolescentes portarem armas...até acontecerem coisas assim claro :(

Bem, apesar de já ter jogado Counter Strike algumas vezes eu não sou lá muito fã de jogos de "tiro em primeira pessoa" e sou totalmente contra o acesso das crianças a esse tipo de "diversão" (então com certeza meus filhos não ganhariam esse jogo no natal...rsrs).

O Odyssey comercializou aproximadamente 85.000 consoles e "apenas" 20.000 rifles no ano de 1972. Talvez as pessoas achassem que deveriam adquirir uma Televisão da marca Magnavox para jogar ou de repente os pais se conscientizaram que esse tipo de jogo nada acrescentava às crianças, mas o fato é que o "Shooting Gallery" não teve o sucesso esperado. 

No Brasil o modelo do console lançado aqui pela Philips, era baseado no Odyssey 2 Americano lançado anos mais tarde (isso é no minimo estranho hein?) ou seja, não tinha muito a ver com o primeiro console que Ralph Baer projetou e comercializou lá fora.
  
O Odyssey da Philips que era baseado no Odyssey 2.
Além do Odyssey 1 de 1972, foram fabricados também os modelos Odyssey 100 e 200  de 1975 (Magnavox), os modelos 300, 400 e 500 de 1976 (Magnavox) e os modelos 2000 (Magnavox) e 2001 (Philips) ambos de 1977.

Ainda em 1977,  foram fabricados o Odyssey 3000 e 4000 (ambos pela Magnavox) e em 1978  foram fabricados o já citado Odyssey 2 (Magnavox) e o modelo 2100 (Philips).

No ano de 1983 tivemos a última versão deste console com a fabricação do Odyssey 3 (Magnavox).
  
Lembro-me que na época do Odyssey aqui no Brasil, foi lançado um cartucho chamado “Didi na mina encantada”, que creio eu veio para aproveitar o “sucesso” do filme: “Os trapalhões na serra pelada”.

Outra curiosidade, é que quando a Philips lançou o tal cartucho, o jogo era uma “adaptação” (leia-se cópia) do jogo "Pick Axe Pete" lançado nos Estados Unidos e na Europa (é meus fiéis leitores... naquela época a “pirataria” já existia).

Eu nunca tive e nunca joguei um Odyssey (pelo menos não me lembro de ter jogado... rsrs), mas enquanto fazia pesquisas para o post, me deparei com um "depoimento" interessante de um fã que preferia mais este console do que o Atari (Cliquem  aqui e comprovem). Ah... e por falar no Atari...
  
Atari 2600 (quem é que nunca jogou?):  

Atari 2600: o sonho de consumo de 11 entre 10 gamers da minha geração :)
 
No ano de 1962 um estudante da Universidade de Utah chamado Nolan Bushell, de tão "viciado" no jogo “Spacewar” criado por  Steve Russell, chegou ao cumulo de dois anos antes de se formar (em 1970), modificar totalmente o quarto da própria filha em um local onde pudesse criar sua própria versão arcade do jogo (sim arcade... vocês sabem... aquilo que chamamos "carinhosamente" de Fliperama).

Inicialmente ele queria usar um computador, pois os preços haviam baixado muito na tentativa de torná-los mais acessíveis à população, porém a idéia não deu muito certo, pois mesmo com os computadores um pouco mais baratos, o custo de seu arcade ainda seria um tanto quanto inviável (e pensar que hoje em dia temos tantos jogos exclusivamente só para computadores... é... esse é o progresso...rsrs).

Para substituir o computador ele construiu um dispositivo onde pudesse jogar "Spacewar" com gráficos menos elaborados (leia-se mais "toscos"... pois mesmo os gráficos originais desse jogo já eram bem "toscos", mas na época eram “fantásticos”).

Depois disso, rebatizou o jogo como “Computer Space”  começando a comercializá-lo em 1971, só que infelizmente o jogo foi um fracasso comercial vendendo apenas algo entre 500 a 1500 “máquinas” (clica no nome do jogo aí em cima e veja o "motivo" do fracasso).

Após deixar a empresa em que trabalhava (Nutting Associates), Nolan Bushell formou uma sociedade com o amigo Ted Dabney abrindo a empresa chamada Syzygy (não está escrito errado e não me perguntem como se pronuncia isso).

Atari: uma das marcas mais conhecidas da década de 80.
Porém já existia uma companhia com esse nome “criativo” e após uma rápida mudança de nome, batizaram sua nova empresa como Atari (Conhece? Não? De que planeta você veio hein cara???). 

Seu primeiro jogo foi um tal de “Pong” que nada mais era que uma partida de tênis eletrônico (com uma perfeição nos gráficos que era uma beleza... dá uma olhada).

Nesse jogo os "gamers" da época batiam em uma bola quadrada de um lado para o outro (o Quico deveria adorar esse jogo... rsrs) .

Em 1976, após aprimoramentos no primeiro jogo da Atari, Nolan e sua “gangue” resolveram investir em um console chamado Atari 2600 (isso que eu chamo de um verdadeiro investimento) . 

Graças a um refinamento na parte gráfica de seus jogos pela Activision e um acordo com a Paramount Pictures para lançar jogos baseados em dois de seus sucessos de bilheteria E.T.o extraterrestre e caçadores da arca perdida (alguém aí falou Indiana Jones?), o Atari 2600 começou a se consolidar no mercado.

O Atari 2600 foi um sucesso durante cinco anos consecutivos, atingindo a marca de 5 bilhões de dólares nas vendas de consoles e produtos relacionados (nada mau pra uma empresa que há alguns anos antes não tinha dinheiro nem pra investir na fabricação de cartuchos hein?).

No Brasil o Atari 2600 foi fabricado pela Polyvox entre 1981 e 1982, conseguindo atrair a atenção não somente das crianças, como também dos adultos (hoje em dia isso não parece motivo de espanto, mas estamos falando de uma época que os games eram única e exclusivamente “coisa de criança”).

Enduro: Simplemente o "melhor" jogo do Atari :)
Jogos como River Raid, Pitfall, Pac Man (mais conhecido como "come-come" na época...rsrs) e claro o Enduro (que é um dos meus preferidos até hoje... ou vocês acham que eu não ia ter um emulador de jogos de Atari no meu PC?), bateram de frente com jogos criados por concorrentes como o já citado Odyssey da Philips (que apesar da importância histórica com certeza era bem inferior ao Atari) e Intellivison da Sharp (é... até a Sharp entrou nesse "mercado").

Cabe aqui citar uma curiosidade a respeito dos jogadores brasileiros: Existia a possibilidade de se associar a um clube chamado “Atari Club”, onde além de informações sobre campeonatos (sim naquela época já existiam alguns), recebiam também dicas a respeito de jogos novos e antigos (querem ver o modelo da “carteirinha”? Cliquem nesse link então).

Foram lançados aproximadamente uns 500 títulos de jogos para o Atari 2600, tornando esse console um dos recordistas em número de jogos. Sem falar em dezenas de acessórios e modelos de controles fabricados visando o lucro... ops... quer dizer... visando "aumentar" a diversão da molecada e dos adultos :)

Depois desse sucesso do 2600 a Atari investiu em novas versões como o Atari 5200 e o Atari 7800 (fabricadas em 1982 e 1986 respectivamente), mas sem alcançar o mesmo sucesso de seu antecessor.

Eu particularmente não me lembro de ter jogado os outros modelos, pois apesar de ter demorado a possuir um vídeo game, vários primos meus tinham o Atari e sempre jogávamos o console na versão 2600.

Ah e já que tocamos no assunto, meu primeiro console foi uma "versão" do Atari chamada...  
 
Dactar (a "versão tupiniquim” do Atari): 

Esse é o Dactar... mais conhecido na Net como "Atari - Dactar" :)
  
Durante o “BOOM” da comercialização do Atari no Brasil, as empresas nacionais finalmente prestaram mais atenção nesse mercado e resolveram inundá-lo com uma verdadeira “avalanche” de consoles, porém a maioria era uma porcaria sem tamanho. 

Mas, felizmente (e pra minha sorte) um deles se destacou entre os demais... seu nome: Dactar.

Talvez muita gente não se lembre dele, mas com certeza O Dactar estava “paú a paú” com o Atari 2600 em termos de qualidade (assim como a Madonna e a Cindy Lauper dada é claro, suas devidas proporções... hehehe).

Realmente ele não era melhor que o Atari, mas também não era um simples clone (como aquele do Homem-Aranha), por isso a briga era boa e esse console acabava saindo mais em conta (já que era nacional).

Eu mesmo tenho um até hoje e apesar da fonte de alimentação ter queimado, o console está muito bem conservado (com excessão da caixa que tá meio "detonada") e acredito que concertando essa fonte ele funcione perfeitamente (um dia crio vergonha na cara e tento encontrar um lugar que possa concertá-la...hehehe).

Bom, voltando ao post... o Dactar era fabricado pela Miamar, já "experiente" no mercado com o lançamento de seu "antecessor" chamado “Dactari” (nossa quanta criatividade né?) e nessa época a empresa era chamada de Sayfi Eletrônica (mas hein???).

O Dactar foi lançado em 1984 (acho que ganhei o meu em 1989 se não me falha a memória... é foi meio tarde eu sei, mas garanto que aproveite ele o máximo que pude pois até 1992/1993 ele ainda estava "funfando"... hehehe).

Até que dá pra entender um pouco o porque da Miamar fabricar um consoles tão parecido com o Atari, pois pra que mexer em time que tá ganhando né? Afinal por que não se "aproveitar" do sucesso de um console já consagrado para vender o seu? 


O Dactar e o Atari eram "idênticos"... somente o controle e alguns detalhes externos os diferenciavam

Hoje em dia isso com certeza ia dar “rolo”, mas mesmo assim o Dactar até que vendeu bem, pois além do preço atrativo, tinha compatibilidade total com os cartuchos do Atari e seus acessórios como controles (ou Joysticks se preferirem), e o adaptador RF por exemplo (lembram dele? aquele "trequinho" que a gente encaixava atrás da TV e ligava seus fios no Video Game e na antena...rsrs). 

Falando em acessórios, vale comentar aqui duas coisas interessante sobre o Dactar, quando compravamos o console, vinha junto um cartucho com quatro jogos (o que na época era bastante atrativo) e possuía um controle com dois botões que já vinham de fábrica (o conhecido "bananão") e se bem me lembro, os primeiros modelos do Atari não vinham de fábrica com controles de dois botões.

No cartucho de quatro jogos tinhamos em sua "capa" uma espécie de “chaveadores” que selecionavam qual o jogo você iria iniciar quando ligasse o console.

Os jogos que acompanhavam o Dactar eram Tênis, Boxe, Esqui e Freeway (a famosa galinha atravessando a rua...rsrs), podendo ser jogados tanto no Dactar quanto no Atari. 

O "lendário" cartucho de fabrica do Dactar :)
Eu tenho o tal cartucho  até hoje (na verdade só o “chip”, porque a capa se abriu mas normal... na época era prática comum encaixar apenas o “chip” do cartucho e jogar...rsrs).

Que eu me lembre, todos os cartuchos do Dactar eram de quatro jogos (variando apenas seus temas).

Também me lembro bem da "sensação" de ficar se "vangloriando" para os primos ou amiguinhos, como era legal ter um console tão bom quanto o Atari e que vinha com quatro jogos "de brinde"...crianças não tentem fazer isso em casa... é feio e causa hematomas :)

Foram comercializadas duas versões do primeiro modelo do Dactar... a primeira delas tinha uma “chave seletora” de cor/preto e branco embutida no logotipo da Miamar (sim as Televisões eram fabricadas em preto e branco daí o motivo dessa “chave”...vocês nunca tiveram uma TV preto e branco? Cara to mais velho do que eu pensava...kkkk).

Bom a segunda versão sem a tal “chave” foi lançada posteriormente em uma época que não seria mais necessária, pois as Televisões coloridas estavam tomando cada vez mais o espaço das preto e branco. 

O meu console não têm essa “chave”, pois foi um dos últimos modelos fabricados (é os modelos que têm devem valer um "din din" no mercado livre ou no ebay hein?).

Falando em raridades... existiu um modelo do console chamado de “Dactar 007” (alguém aí lembrou do espião ?). Bom se lembraram estão corretíssimos, pois o console vinha dentro de uma maleta no melhor estilão “James Bond” possuindo até um "logotipo 007" de identificação :) 

MY NAME IS "TAR"... "DACTAR"... KKKKKK :)
Eu vi esse console a venda na Net e o preço estava bem “salgado” , mas também pudera, pois esse modelo é cobiçado por colecionadores do mundo inteiro por conta de apenas um detalhe... só foi fabricado no Brasil.

No ano de seu lançamento (também 1984) vários consoles estavam sendo lançados em  "cases" de madeira ou couro, porém o "Dactar Maleta" (como ficou conhecido)  se tornou diferente porque foi montado diretamente na maleta (com circuito e tudo), sendo um dos primeiros "embutidos”.

Quando ele era utilizado, dava pra retirar a tampa e então podiamos jogá-lo sem nenhum problema e nessa mesma tampa também dava para acomodar quatro cartuchos que eram transportados com muito mais comodidade.

Esses consoles foram disponibilizados nas cores cinza claro (sem o logotipo “007”) e nas cores cinza escuro (com o logotipo). Ambas as versões possuem o nome “Dactar Vídeo Game” em destaque. 

Dactar II vídeo game... melhor "acabamento" :)
Também foi lançada uma versão do “Dactar 007” cinza escuro com o nome “Dactar II Vídeo Game" (eu particularmente gostei mais desse modelo... dêem uma olhada na foto ao lado e digam o que acharam).

Já pensou como a molecada da época se sentiu quando viu esses consoles pela primeira vez?

Tá certo que hoje em dia esse tipo de acessório é muito mais comum e compacto, graças à portabilidade dos vídeo games de última geração, mas cara... já imaginou ganhar um desses no Natal ou no dia das crianças?  Eu garanto que ia ficaria muito feliz e me divertiria pra caramba... se eu tivesse um será que estaria funcionando até hoje? Não sei dizer mas... porque não?

Bom, chega de "babar" pelo Dactar Maleta, ainda mais porque eu tenho um PS3... desculpaí mas lembrem - se do que eu falei antes sobre se "vangloriar"... é que velhos hábitos nunca se perdem... kkkk.

Mas falando sério agora, espero que tenham gostado do post e podem esperar que terá continuação o mais rápido que eu conseguir  :)

Se alguém ficou curioso pra saber mais a respeito da "história" dos vídeo games, acessem este link e poderão ter uma verdadeira aula sobre consoles e jogos eletrônicos em geral.

E por falar em aula, encerro o post com um video onde um professor usou o jogo do "Didi" e o próprio Odyssey para defender sua tese de doutorado (caramba!!!). Ah e também  postei  um vídeo com o primeiro comercial do Atari veículado no Brasil :)







Obrigado a todos pela paciência em ler esses meus posts "longos e chatos" e até o próximo "Round" dessa  nova "série"... rsrs... abs... fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! :)



1 comentários:

Kiki K. disse...

Olha, muito bom o post, deve ter dado aquele mega trabalho não é mesmo?
Flávio porque você não manda para o Ocioso?
É bem interessante, provavelmente publicariam!

Mas então falando de "antigo", eu tive um Atari, um Megadrive e da geração de "novo" (porque perto desses é novo :"D), tenho o Super Nintendo. o/
Mas para dizer a verdade, eu adorava mesmo é jogar Carmen Sandiego pelo mega iuahaiuh, até dia desses baixei emulador so pra isso. x.x

Abraços amigo!

9 de fevereiro de 2011 19:49

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